Telefonaram-me. Assunto: Eco abordado anteriormente. As alusões atingiram a força e a dinâmica do Eco na construção da personalidade do educando.
Realmente, nem sempre é confortável analisar e avaliar as possíveis consequências do Eco.
Na prática, quase sempre o educando se torna vítima. Os argumentos comprobatórios são inúmeros. Apelamos para situações incontroláveis dos encontros, para a fantasia, para fatores "reais", para crenças negativas e misteriosas, para convicções infantis pessoais e negativas, para a negação da força do eco, para a incapacidade do educando de absorver o modelo positivo, etc.
A fantasia e ausência de referenciais para o educando optar por atitudes conscientizadas, a carência de integração familiar e comunitária, a adoção de valores negativos como forma de desestabilizar a emocionalidade, o raciocínio e a capacidade de discernimento, etc.
Nesse contexto fazemos referência aos pais e àqueles que exercem força ativadora direta e, às vezes, indireta sobre decisões do educando.
O Eco para os filhos pode tornar-se confuso, principalmente, quando o comportamento dos pais for contraditório. O problema acontece, sobretudo, se houver contradição entre os pais na condução educacional do lar. Ou ainda, se os pais pregam o valor de determinado comportamento e, na convivência diária contradizem os valores, que haviam aprovado e recomendado aos filhos. Ex. dinheiro e objetos alheios não "dormem" em nossa casa.
No dia seguinte, o pai retorna mais cedo do trabalho e convida a família para antecipar o Natal, porque roubara duas caixas de bombons do supermercado.
O modelo negativo aceito conscientemente, pode tornar-se fonte de referência para o educando, quando necessita de reforço para superar desafios, para "modelar" e adequar valores à realidade que enfrenta, para decidir adesão a ecos diferentes. Nesse contexto o eco convence e "arrasta".
Para elucidar a problemática, lembramos que o educando em idade púbere sente a dinâmica da força do grupo na decisão por valores. Se a convivência no lar for dominada por agressões, imposições, violência e determinação de limites, etc. o educando pode superar os medos e aderir às propostas do grupo.
Ocorre-me que os agrônomos analisam e avaliam o pH da terra para determinar os possíveis efeitos no ser humano. A predominância do pH inferior a 7, valor referencial, indica elevado índice de acidez da terra. E quanto maior o afastamento do ponto neutro (7), maior será a agressão das pragas e os prejuízos provocados.
A recuperação do solo se faz necessária e urgente, se houver interesse dos humanos no uso do terreno para fins agrícolas.
As plantas gozam de "imunidade" reduzida. Permanecem expostas aos ataques das pragas, principalmente, quando a mata natural foi destruída pela ação do ser humano.
São vários os fatores inclusive o clima, que tornam o solo ácido. A fraca resistência das plantas exige o uso, nem sempre adequado, de agrotóxicos. O veneno sempre se torna nocivo à vida.
O agrotóxico contamina o solo, os lençois freáticos, as plantas, a água, o ar, o meio ambiente e a sobrevivência humana sobre a terra. ( pesquise: leite materno contaminado por agrotóxicos).
A recomposição do solo exige esforço desumano. O calcário parece o ingrediente mais importante para equilibrar o pH do solo.
O desleixo exige uso, às vezes, indiscriminado e exagerado de agrotóxico, porque as plantações não apresentam resistência às agressões. E os humanos devem sobreviver.
Se o pH for neutro, o equilíbrio produtivo torna-se normal. Com isso declina o uso de agrotóxico porque as plantas possuem resistência suficiente contra a ação agressiva das pragas invasoras.
A natureza "vibra" com a adesão dos humanos à humanização. A plantas "celebram" o retorno à vida normal e equilibrada. O respeito torna-se generalizado, suficientemente forte para ressuscitar tudo aquilo que destruímos ou aniquilamos.
É interessante observar que o pH equilibrado dispensa intervenção do homem. Esse fator relevante é um alerta para haver adesão irrestrita de todos para livrar a natureza dos agrotóxicos.
Estamos cientes e, às vezes, conscientes da realidade educacional que nos cerca. Muita apreensão invade nossos sentimentos. Enfrentar desafios que aparentam superar nossa capacidade de resposta é um imenso desafio.
Muitos provam e comprovam que a família ainda permanece a pequena comunidade de onde surge a manutenção de valores que dignificam o ser humano.
A carência de famílias com dimensões ampliadas e convivência transcendente, acarreta transtornos emocionais, comunitários, empresariais. A carência de ECOS construtivos de valores altruístas promove decadência da dignidade humana.
Valores positivos assumidos conscientemente na família enobrecem a convivência humana porque atuam no respeito, na promoção da dignidade, na esperança de vencer humanizando os humanos.
Envaideço-me ao presenciar muitos educandos com seus educadores enfrentando desafios, para construir suas casas na família e na comunidade, propalando estilo avançado. Não admitem material descartado ou rejeitado. Selecionam os componentes de toda a estrutura para que a casa permaneça atraente, firme, e resistente às agressões de vendavais e tempestade.
O pH neutro, principalmente, na construção de uma estrutura familiar positiva faz a casa sobreviver por muitos anos na alegria, encontros e felicidade.
A estruturação da personalidade do ser humano depende da seleção de técnicas específicas, que atendam aos objetivos de uma convivência saudável.
A seleção de um sistema adequado às exigências educacionais modernas sustenta-se na capacidade das lideranças de congregar educadores e educandos na elaboração de projetos, que atendam que agreguem valores e técnicas de humanização dos humanos.
Educador, você encanta, também, quando congrega desencantados com a educação, e procura encantá-los numa união encantadora, na conquista de encantos na promoção de vidas encantadas.
Para refletir e debater
01) Descreva o pH na produtividade da terra.
02) Que consequências o pH dominado pela acidez pode provocar?
03) Quando há necessidade de equilibrar o pH? Por quê?
04) Descreva a força do eco na vida pessoal e familiar?
05) Como acontece o surgimento do pH ácido?
06) Quais as causas e a força do eco negativo?
07) Qual é a responsabilidade do educador na formação do eco?
08) Quais os efeitos do eco negativo na convivência humana?
09) Como implantar na família a evolução de ecos positivos?
10) Quais as origens do eco positivo?
11) Como atualizar as forças do eco positivo na sociedade?
12) Como pretende reformar ou construir sua casa? Por quê?
13) Quando a casa constitui orgulho para seu dono? Por quê?
14) Como promover reformas das casas de seu bairro?
15) Como idealizar novas casas na sua escola? Por quê?
16) O egresso de uma escola está apto a construir casas confortáveis?
17) Quando pode encantar na convivência com novas casas? Por quê?